O HTTP na Web das Coisas

A Internet das coisas (IoT) é conceituada como uma rede de objetos inteligentes interligados, interativos e com interfaces acessíveis. Porém segundo a Conferência W3C Web.br, hoje essa rede é essencialmente uma coleção de Intranets isoladas de objetos que realmente não podem interagir uns com os outros.

Isso acontece, pois não há um protocolo de aplicação único e universal que possa trabalhar nas diversas interfaces de redes disponíveis.

Para a Internet das Coisas se tornar uma realidade, é necessário que um único protocolo de camada de aplicação universal (“linguagem”) para que dispositivos e aplicações conversem uns com os outros, independentemente de como eles estão fisicamente conectados.” (W3C Web.br, 2016)

Nesse contexto, a Web das Coisas (WoT) propõe a reutilização de protocolos e padrões Web, amplamente adotados e compreendidos, com objetivo de tornar os dados e serviços mais acessíveis aos desenvolvedores de “objetos inteligentes”.

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Internet das Coisas | Black Mirror

Assistindo a recente temporada da série Black Mirror (#doideira) e lendo artigos e notícias sobre Internet Of Things relacionados, questionamentos vieram a mente sobre a maneira como a tecnologia é usada pelo ser humano, e este se deixa usar?

Os benefícios que a tecnologia traz para o cotidiano das pessoas são muitos, facilitando tarefas e substituindo trabalhos manuais que demandam esforço e tempo. Segundo Tidor, a Internet das Coisas conecta os humanos e as máquinas inteligentes através de uma troca constante, podendo prever padrões complexos para a mente humana e operar de maneira independente através de algoritmos adaptáveis e inteligência artificial. Propiciando aplicações diversas como estas:

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