Uma breve história do tempo

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Hoje, ainda almejamos saber por que estamos aqui e de onde viemos.

O desejo profundo da humanidade pelo conhecimento é justificativa suficiente para nossa busca contínua.

 

Stephen Hawking, um dos físicos mais importantes da história, é o autor da frase acima retirada do livro  Uma breve história do tempo que terminei de ler.

Esse livro utiliza a física e ciência para abordar algumas das maiores dúvidas da humanidade: Como o universo começou? Ele é infinito? O tempo sempre existiu?

Existem outras dimensões? O que é um buraco negro? Viajar no tempo é possível?

Para tentar responder essas perguntas, o autor nos guia pela evolução das teorias cosmológicas e das descobertas de seus antecessores Galileu, Newton e Einstein.

Sempre em busca da teoria unificada completa que combine mecânica quântica com relatividade geral para explicar o Universo, ele aborda conceitos como: espaço e tempo; singularidades; gravitação universal; buracos negros e de minhoca.

Temas abordados em filmes de ficção cientifica recentes como Interestelar e Lunar.

O livro é curto e bem divido em capítulos interessantes, mas algumas vezes aprofunda a discussão explicando teorias e leis científicas que requerem conhecimentos de física, química e cosmologia.

Fazendo com que leigos como eu e você fiquem flutuando sem rumo na galáxia, o que torna a leitura um pouco cansativa e requer pesquisa complementar.

Porém o texto lúdico e o conhecido bom humor de Hawking compensam muito esses momentos quando aborda temas como criacionismo x evolucionismo:

“Contato que o universo tenha tido um início, podemos supor que houve um criador. Mas, se o universo fosse de fato absolutamente contido em si mesmo, sem contorno nem borda, ele não teria início nem fim: ele simplesmente seria. Nesse caso, qual é o papel de um criador?”

Uma leitura rápida e recomendável para quem está se perguntando o seu lugar no Universo e em busca de conhecimento, pois como Hawking diz:

“Se de fato descobrirmos uma teoria completa, todos acabarão compreendendo seus princípios amplos, não apenas alguns cientistas.

Então seremos todos – filósofos, cientistas e pessoas comuns – capazes de tomar parte na discussão do porquê de nós e o universo existirmos.”

Após a leitura, acredito que a banda britânica Muse está certa quando canta: “Nossas esperanças e expectativas estão em buracos negros e revelações…“.

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